sexta-feira, 6 de maio de 2011

dia calmo

as montanhas fugiam quando me aproximava
soltas pareciam tontas

no dia calmo as montanhas não paravam
as silhuetas tremidas de medo naquele tabuleiro
os vultos pararam as montanhas não
[as árvores acompanhavam]




nos campos, verdes em movimento, tudo parava
[como o dia, as montanhas não]


à tardinha as montanhas pararam    [as árvores não]

o vento passava quando me aproximava
solto parecia tonto

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